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2.2.5. Outros serviços

Encontrando-se o teletrabalhador isolado em parte do tempo, será necessário que recorra a prestadores de serviços que lhe permitam desenvolver  a sua actividade minimizando a necessidae de deslocação. Por exmplo, admite-se que, se se opta por uma actividade profissional em regime de teletrabalho a partir de casa, as deslocações devem ser cuidadosamente planeadas e previstas para minimizar o impacto negativo da ausencia do ambiente de trabalho - a casa. 

Deste modo encara-se como necessário que o teletrabalhador recorra a prestadores de serviços que o aopiem na sua actividade de forma  adquada à configuração do seu ambiente de trabalho.

Home-banking

O home-banking consiste na possibilidade de efectuar transacções bancárias através de acessos de telecomunicações por exemplo telefónicos ou suportados na Internet. 

 
 

O teletrabalhador deverá articular-se preferencialmente com uma entidade bancária que lhe permita compras, transferências de fundos, pagamentos, consultas de saldos e movimentos de contas bancárias, etc. através de meios electrónicos (designadamente e com mais frequência com recurso à Internet). A quase totalidade dos bancos eestá a aderir à realização de operações bancárias através da Internet embora se questione a segurança destas operações. 
 

É também bastante importante que o teletrabalhador possa conhecer ou mesmo receber os seus pagamentos por meios electrónicos. 

Caso o teletrabalhador actue em regime liberal deverá dispor de software de facturação e contabilidade devidamente articulado com a entidade bancária que lhe presta serviços de modo a tornar a emissão de facturas, combrança, etc. o mais eficiente possível. Se bem que se trate de uma actividade recente no nosso País é de esperar um crescimento assinalável nos próximos anos da actividade bancária através de home-banking pelo que deverá o teletrabalhador manter-se informado de novos serviços ou novos produtos que lhe permitirão beneficiar quer em termos de tempo de trabalho quer em termos dos encargos com as transacções. 

 

Comércio Electrónico

O teletrabalhador deverá naturalmente aderir ao comércio electrónico pois pode através da Internet aqduirir os produtos ou serviços de que necessita para a sua actividade.  

O comércio electrónico encontra-se numa fase de crescimento exponencial e muitos bens ou serviços podem já ser adquiridos através de pedidos telefónicos, fax ou mais convenientemente através da Internet. 

A título de exemplo citem-se livros, CD's, programas de computador, equipamento informático, vinhos, artigos de supermercado, refeições, etc. que podem adquiridos através da internet e entregues em casa do teletrabalhador.   

Formação

Pelo facto de o ambiente de trabalho do teletrabalhador ser, na generalidade das situações análogo e compatível, àquele em que se baseiam os sistemas de formação aberta ea distância deverá o teletrabalhador aderir a este tipo de formação como uma solução particurlamente adaptada à sua condição.

 
Através de sistemas de formação a distância o teletrabalhador poderá manter-se numa primeira fase informado sobre novos programas e acções de formação e numa segunda fase participar em acções de formação que, de outra forma o obrigariam a deslocar-se do seu posto de trabalho. Este aspecto é particularmente importante pois o teletrabalhador emcontrando-se isolado recebe apenas uma parte da informação que normalmente se encontra disponível na sede ou nos escritórios da empresa a aque pertence. 
 

Finalmente, o teletrabalhador deverá consagrar uma parte do seu tempo de trabalho, seja em termos semanais ou mensais, para  recolher informação e aprender. Será compelido a fazê-lo sob pena de rapidamente se encontrar desactualizado. 

Siga o link Formação para mais informação sobre este tema. 

 

Telecentros

Os telecentros constituem uma solução particulamente interessante em diferentes contextos e como solução para necessidades específicas de empresas e teletrablhadores (por conta de outrém ou proffionais liberais). 

Os telecentros ou centros de telecomunições avançadas na terminologia anglo-saxónica designados por telecottages (telecenters) consistem em centros de recursos partilhados a que os teletrabalhadores podem recorrer para diferentes actividades relacionadas com a sua actividade profissional desempenhada a distância: 

 
   
 • informações e apoio na resolução de dificuldades e problemas de vária ordem (tem particular interesse o apoio na resolução de problemas técnicos)   
 • utilização de equipamento e recursos partilhados (linha telefónica, fax, impressora, plotter, etc.)   
 • utilização de software específico   
 • formação   
 • aconselhamento técnico ou especificamente relacionado com o teletrabalho   
 • obtenção de serviços como por exemplo procedimentos contabilísiticos, facturação, assuntos fiscais e outros.   
 
 

Este tipo de instituições tem muito interesse não só como forma de resolver situações particulares em que um teletrabalhador aí pode encontrar a solução para uma determinada questão mas em muitas outras situações como por exemplo,

 • alternativa para uma empresa ou para um trabalhador que pretende aderir ao teletrabalho mas em que o investimento necessário é muito elevado   
 • solução para casos de avaria ou falha do sistemas normalmente utilizados pelo(s) teletrabalhador(es) de determinada área geográfica   
 • alternativa para necessidades que envolvem custos elevados de aquisição de equipamentos ou de aluguer de acessos a serviços de telecomunicações avançadas (videoconferência, videotelefonia, transferência de grandes quantidades de dados)  
 

Esta área reveste-se de particular importância no nosso País dada a escassez de infraestruturas e medidas de apoio quer às empresas quer aos trablhdores que pretendem aderir ao teletrabalho.

 

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Data da última alteração:22/08/2004